sábado, 23 de julho de 2016

Direção da Subsede do Sind-UTE/MG de Governador Valadares reúne-se com Superintendência Regional de Ensino

A Direção da Subsede do Sind-UTE de Governador Valadares esteve reunida com a Superintendência Regional de Ensino nessa quarta-feira, 19 de julho.

Participaram pela direção do sindicato os diretores: Antonio Mendes, Carmem Ferreira, Rafael Toledo, Waender de Souza e Wellington dos Santos.

A SRE foi representada pela Diretora, Cláudia Braga, pela Assessora do Gabinete, Marli e, pelo Chefe de Gabinete, Jean Morais.

Foram debatidos os seguintes assuntos:

1)   Nomeação dos concursados.

Apresentamos à direção da SRE a necessidade de empenhar para a nomeação dos trabalhadores em educação que estão na expectativa de nomeação sobretudo do concurso de 2011 cujo prazo de validade está próximo de expirar.
A direção da SRE informou que a SEE solicitou um levantamento de TODAS as vagas disponíveis para nomeação e que esse será realizado até o final desta semana. Informaram que têm envidado todos os esforços para nomeação dos concursados e que informarão a direção do Sindicato sobre as vagas disponibilizadas.

     2)   Publicação de aposentadorias.

Informamos a SRE que temos muitos colegas aguardando a um tempo considerável pela publicação da aposentadoria e outros aguardando o respectivo acerto financeiro principalmente de férias-prêmio não usufruídas. Reivindicamos empenho nessas publicações e o respectivo acerto financeiro.
A direção da SRE argumentou que possui um quadro de servidores ainda reduzido para atendimento à essa demanda (sete), que tem reduzido o passivo de aposentadorias e trabalhado para que não haja novo passivo.
Perguntamos sobre a força-tarefa do governo do estado para agilizar o andamento dos processos de aposentadoria e fomos informados de que há superintendências que têm demanda maior que a de Governador Valadares, e já foi solicitado o trabalho dessa equipe. 

     3)   Editais de designação.

Solicitamos que no blog da SRE seja disponibilizado um link para os editais de designação de forma que o acesso seja feito de forma mais dinâmica e segura.
A direção da SRE fez o compromisso de ver junto ao NTE a viabilidade de implementar esse serviço.
Questionamos ainda sobre o processo de designação que na maioria das vezes impede o bom funcionamento da escola uma vez que a vaga tem que ser informada a SRE, ter a autorização do serviço de inspeção, depois encaminhada a SEE para divulgação no portal. Cobramos que a escola deve ter autonomia para o andamento desse processo, ou seja, publicar o edital e realizar a designação. Também questionamos o “passivo” de aulas que ficam para serem repostas acontecendo momentos em que turmas ficam com dois professores de um mesmo conteúdo durante o ano letivo, alguns ministrando aulas simultaneamente.
Embora não seja uma atribuição específica da SRE ficou acordado que tanto o sindicato como a direção da superintendência farão essa reivindicação junto a SEE.

     4)   Escolas com número reduzido de vice-diretores.

Apresentamos a realidade de muitas escolas que estão com o número reduzido de vice-diretores, algumas funcionando em três turnos sem ter um vice-diretor e outras com vice-diretor escolhido pela comunidade escolar e ainda não nomeado.
A SRE informou que foram suspensas todas as indicações de vice-diretores, Que todas as indicações foram encaminhadas ao órgão central. Argumentamos que as escolas estão prejudicadas com a ausência desses profissionais e que há a necessidade de olhar para a questão além das normas legais.
Fomos informados que havendo necessidade é feito uma justificativa para autorização de vice-diretor mesmo não atendendo as exigências da resolução. Há casos que são designados um especialista ou mais um ATB para auxiliar a escola em seu funcionamento.

     5)   Impactos da Resolução 3016.

Informamos à SRE que há uma grande preocupação na categoria sobre a resolução 3016 com receio de dispensa de vice-diretores e Professor para o Uso da Biblioteca.
Fomos informados que até o momento NÃO HÁ orientação para dispensa dos servidores que ocupam hoje essas funções, que todos permanecerão de acordo com o quadro de escola da época em que foram designados. Porém, havendo um afastamento por exemplo, de um vice-diretor e, a escola não atender o novo quantitativo, não será designado um novo profissional para essa função.

     6)   Turmas multisseriadas (nucleadas) e rede física.

Relatamos a realidade de escolas com turmas multisseriadas e solicitamos o desmembramento das mesmas. Também falamos sobre a realidade de escolas que funcionam com estrutura inapropriada para o seu funcionamento.
Houve o compromisso de verificação dessas demandas.

    7)   Assinatura do inspetor nas contagens de tempo.

Relatamos que há servidores aguardando a assinatura do inspetor na contagem de tempo para requererem junto a outro instituto benefícios, sobretudo a aposentadoria. Também houve o compromisso da SRE de tomar providências para regularizar esses documentos.


quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dia de cobrança ao governo do Estado

De volta à Cidade Administrativa, trabalhadores/as em educação, vindos de todas as regiões do Estado, e sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores/as em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), realizaram o Dia de Cobrança ao Governo do Estado, nessa quarta-feira, 6 de julho. O dia foi de paralisação das atividades nas escolas estaduais, Superintendências Regionais de Ensino e Órgão Central

A concentração teve início às 10 horas da manhã. Com apitaço, faixas e muita disposição, os manifestantes se mobilizaram na Cidade Administrativa que chega a receber por dia cerca de 30 mil pessoas.  “Estamos fazendo esse dia de manifestação, com paralisação total de atividades, para cobrar do governo do Estado vários compromissos assumidos e pendentes até agora com a categoria”, disse a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira.

De acordo com a direção do Sindicato, o que motivou a mobilização deste dia foram demandas do Acordo assinado entre o Governo do Estado e a categoria, por meio do Sindicato em maio de 2015, e que ainda estão pendentes de cumprimento. São elas:

- o pagamento do retroativo do reajuste de 11,36% do Piso Salarial Profissional Nacional (fevereiro, março e abril deste ano);

- progressões na carreira a partir de janeiro deste ano;

- promoções na carreira desde setembro de 2015;

Além disso, o governo assumiu compromisso com correção das distorções das carreiras das Superintendências Regionais de Ensino (SREs), após uma greve de 86 dias do setor, em 2015.  Até então, nada disso foi encaminhado.

Não aceitamos pagar a conta

A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG lembrou que este ano já foram realizadas sete agendas com o governo cobrando o pagamento do retroativo do reajuste. Ela afirmou que a proposta apresentada é parcelar em 12 vezes o pagamento referente ao retroativo do reajuste do Piso Salarial dos meses de janeiro, fevereiro e março. “Essa não é uma proposta que consideramos sequer possível de ser debatida. Não temos dúvidas de que todas as categorias são importantes, mas não aceitamos que a educação, que está na base da pirâmide, que tem a pior média de remuneração salarial do funcionalismo público, pague essa conta”, justificou.

A direção do Sindicato também argumentou que o objetivo desse “Dia de Cobrança” que acontece em todo o Estado tem o objetivo de dar visibilidade à pauta da educação e, ao mesmo tempo, pressionar o Governo que os/as trabalhadores/as em educação querem o cumprimento de demandas que afetam o cotidiano da escola. “Retroativos do Piso, progressões e promoções não foram pagas completamente para todos os que têm direito. Tudo aquilo que impacta nas negociações salariais e que já fizemos acordo para o conjunto da categoria, nós queremos ver cumpridos, assim como outras demandas que já começam a se acumular”.


Só a luta garante conquistas

O Sind-UTE/MG  e os trabalhadores/as, segundo avaliações feitas durante a manifestação de hoje,  acertaram na estratégia de prosseguir, sem interrupção, a luta. “Não paramos um só instante de fazer a disputa da nossa pauta e talvez até por isso estamos hoje buscando garantir o pagamento do retroativo do reajuste do Piso. Em outras épocas recentes nem se falar em Piso poderíamos”, destacou a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, que também lembrou o resultado recente das discussões e acompanhamentos feitos junto ao governo do Estado e Assembleia Legislativa. “Foi com a nossa participação, que conseguimos impedir que 15 mil cargos de professores dos anos iniciais e a carreira de Auxiliar de Serviços da Educação Básica fossem extintos com a Reforma Administrativa do governo”.

Cenários preocupantes

A Greve da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), que já passa de 60 dias e da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) foram citadas como movimentos importantes que marcam o cenário de embates no Estado neste momento. No entanto, essa realidade não tem ganhado os holofotes da grande imprensa, o que segundo a direção do Sind-UTE/MG, pode ser vista como uma estratégia de invisibilizar as lutas dos trabalhadores.

Por várias vezes, os manifestantes se posicionaram com palavras de ordem “Fora Temer” para denunciar que também não aceitam os mandos e desmandos que vêm acontecendo no âmbito nacional. 

Os/as educadores/as estão certos de que as medidas anunciadas por meio do projeto “Uma ponte para o futuro” penalizam os/as trabalhadores/as de maneira irreversível. “Corremos sérios ricos de, em janeiro do próximo ano, não termos mais o reajuste anual do Piso Salarial, porque o governo golpista do Michel Temer prevê corte de bilhões de reais na educação. Então, a luta precisa continuar, até porque, a reforma da previdência, as ameaças que estão postas à aposentadoria para mulheres, os cortes no orçamento para educação e a saúde são reais. Além disso, se o Projeto de Lei 257 for aprovado e replicado nos estados teremos congelamento de salários e um forte ajuste em todos os setores. Sendo assim, só nos resta mobilizar, pressionar e resistir”, alertou a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG.

Próximos passos

Novas mobilizações serão convocadas pelo Sind-UTE/MG para pressionar o governo por retornos sobre o reajuste e carreira. 
Novas mobilizações serão convocadas pelo Sind-UTE/MG para pressionar o governo por retornos sobre o reajuste e carreira. 

06.07.16 - Trabalhadores/as em Educação mobilizados na Cidade Administrativa 


06.07.16 - De todas as regiões do Estado, trabalhadores/as em Educação mobilizados na Cidade Administrativa



06.07.16 - Educadores/as não se intimidam e permanecem firmes na luta!


06.07.16 - Coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, passa alguns informres aos educadores



06.07.16 - Trabalhadores/as em Educação mobilizados na Cidade Administrativa




06.07.16 -  A luta é necessária! Diz Beatriz Cerqueira a trabalhadores/as em Educação mobilizados na Cidade Administrativa




06.07.16 - Trabalhadores/as em Educação marcam posição na Cidade Administrativa



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Greves e Paralisações.

Dias de greves e paralisações 2017.
08 de março de 2017: Assembleia Estadual com indicativo de greve.
15 de março a 12 de abril de 2017: Greve.
28 de abril de 2017: Greve Geral.
24 e 25 de maio de 2017: Greve Geral.
30 de junho de 2017: Greve Geral.
17 de agosto de 2017: Assembleia Estadual.


OFÍCIO CIRCULAR SB/SG/SEE Nº 208/16 - REPOSIÇÕES DOS DIAS DE GREVES DO ANO DE 2016.
25 de novembro de 2016: Paralisação geral.
10 e 11 de novembro de 2016: Atos regionais e greve geral.
25 de outubro de 2016: Dia estadual de cobrança ao governador.
05 de outubro de 2016: Paralisação Nacional contra a PEC 241.
21 e 22 de setembro de 2016: Paralisação da rede estadual de Minas Gerais.
09 de setembro de 2016:  Dia estadual de cobranças ao governador.
06 de Julho de 2016:  Dia Estadual de cobranças.
10 de Junho de 2016: Paralisação.
10 de Maio de 2016: Paralisação Nacional.
07 de Abril de 2016:  Assembleia Estadual.
15, 16 e 17 de Março de 2016:  Greve Nacional.
31 de Março de 2016:   Marcha dos 100 mil em Brasília.
05 de Fevereiro de 2016: Manifestação na Cidade Administrativa.

6 de julho/2016 - Dia Estadual de Cobrança com paralisação das atividades escolares, Órgão Central e SREs